Marcela Passamani coloca proteção social no centro da sua trajetória no DF*

Marcela Passamani coloca proteção social no centro da sua trajetória no DF*

 

Crianças vítimas de violência, mulheres que precisam de proteção, idosos em situação de vulnerabilidade e famílias que enfrentam dificuldades para acessar serviços públicos. São problemas diferentes, mas que aparecem juntos na trajetória de Marcela Passamani na área de Justiça e Cidadania do Distrito Federal.

 

Redação: Especial para o jornal O Diario do Planalto 

 

Por: Railde Nascimento, O Diário do Planalto — Brasília-DF

 

29/09/2026 11h37 Atualizado há 25 minutos

 

Advogada, arquiteta e gestora pública, Marcela foi a primeira mulher a comandar a Secretaria de Justiça e Cidadania do DF. À frente da pasta, esteve ligada a programas voltados à proteção de mulheres, idosos, famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade.

 

 

Da proteção à cidadania

 

Entre as iniciativas associadas à sua gestão está o Direito Delas, programa voltado ao atendimento social, psicológico e jurídico de mulheres vítimas de violência e seus familiares.

 

Outra frente foi o Viver 60+, criado para promover convivência, atividades físicas, cultura, educação e qualidade de vida para pessoas idosas.

 

Mas a agenda apresentada por Marcela vai além de programas específicos. Entre as pautas estão o combate à violência contra crianças e mulheres, a proteção da pessoa idosa, o enfrentamento ao trabalho infantil e a aproximação dos serviços públicos da população.

 

*O desafio é fazer o direito chegar à vida real*

 

Essa é uma das questões centrais da trajetória apresentada por Marcela: transformar direitos que muitas vezes existem apenas no papel em serviços que chegam à população.

 

A proposta para uma eventual atuação parlamentar segue essa linha. Entre as ideias apresentadas estão ampliar programas de proteção, fortalecer políticas públicas e aumentar a fiscalização sobre ações e recursos.

 

Em um DF marcado por diferenças entre suas regiões, o desafio é fazer com que cidadania não seja sinônimo de distância.

 

No discurso de Marcela, a política pública começa quando o Estado consegue enxergar quem mais precisa e chegar até essa pessoa.

 

Vem ver o que ela fez

 

Como a primeira mulher a comandar a Secretaria de Justiça e Cidadania do

DF.

 

Olha o que ELA fez

 

Levou o governo para a porta de casa

Mais de 500 mil atendimentos, disponibilizando vários serviços onde a vida

acontece, com agilidade e eficiência para o cidadão.

 

Levou mais autonomia para as mulheres

Qualificação que virou emprego e renda e liberdade para mulheres em todo o DF.

 

Abriu caminho para o sonho do concurso

Mais de 30 mil jovens participaram de aulões gratuitos semanais

Aumentando a chance de conquistar a vaga dos sonhos.

 

Transformou uniforme doado em enxoval de bebê

Uniformes doados viraram enxovais pelas mãos de mulheres privadas de

Liberdade. Nova chance a elas, começou digno a cada bebê.

 

Mostrou que casamento é didnidade

Mais de 1.500 uniões oficializadas de graça, com toda a celebração que esse.

dia merece.

 

Manteve crianças e adolescentes longe das ruas

Mais de 5 mil vagas no contraturno escolar, unindo aprendizado, convivência

e proteção.

 

Levou mais cuidado e proteção aos idosos

Mais de 15 mil idosos atendidos em 48 polos, com movimento amizade e

respeito.

Como Marcela Passamani entrou para a política?

 

Não virou o rosto para quem estava na rua

Mais de 500 pessoas foram acolhidas no Plano Piloto e receberam uma nova chance de lutar contra a dependência química.

 

Chamou os homens para a conversa

 

Mais de 5 mil homens participaram de palestras sobre, proteção a mulher,

combate à violência e responsabilidade.

 

 

Mostrou que empreendedor deve ser prioridade

Mais de 30 mil atendimentos a empreendedores só no primeiro mês, sem.

agendamento e sem burocracia.

 

Elas por elas

Atendimentos a vítima de violência, proporcionou amparo aos órfãos do

feminicídio e um plantão que atende quando elas mais precisam.

 

Mulheres no centro das políticas públicas: os projetos que transformam vidas no DF

 

Fez artesãs viverem do próprio talento

Mais 500 artesãs receberam apoio para empreender, gerar renda e sustentar.

sua família.

 

Combateu o racismo de frente

Com palestras sobre racismo estrutural, levou respeito e igualdade em

empresas e espaços esportivos em parceria com a CBF.

 

Preparou mães para o dia mais esperado das suas vidas

Mais de 3 mil gestantes orientadas por doulas, pediatras e bombeiros, além de bolsa maternidade.

 

Atendeu o trabalhador fora o horário comercial

Atendimento das 18h às 22h, para quem precisa e não teve tempo durante o

dia.

 

Nenhuma descrição de foto disponível.

Marcela Passamani sorrindo e fazendo um coração com as mãos

 

 

Marcela Passamani é mãe, advogada, arquiteta e uma mulher que construiu sua trajetória ouvindo pessoas, acolhendo histórias e transformando cuidado em ação concreta. Primeira mulher a comandar a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela trabalhou nos últimos 6 anos, com afinco e garra, fazendo o Estado estar presente na vida de quem mais precisava. Esteve ao lado de mulheres vítimas de violência, idosos em situação de vulnerabilidade, mães, famílias e pessoas invisibilizadas. Sua forma de fazer política nasceu da escuta, da presença e da capacidade de transformar sensibilidade em resultado.

 

Marcela Passamani rindo durante uma conversa com moradoras

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