Ibaneis Rocha exalta parceria com o Planalto no reajuste para a Segurança

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Ibaneis Rocha exalta parceria com o Planalto no reajuste para a Segurança

Aumento salarial de 18% é fruto do trabalho da atual gestão pela valorização de policiais militares e civis e bombeiros militares

 

Ian Ferraz, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

 

O governador Ibaneis Rocha exaltou a parceria com o governo federal no trabalho conjunto que resultou no reajuste salarial das forças de segurança do DF. O chefe do Executivo participou, nesta sexta-feira (21), de cerimônia no Palácio do Planalto que determinou uma série de ações de segurança no ambiente escolar, valorização das forças de segurança e proteção da Amazônia.

 

O governador Ibaneis Rocha cumprimenta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto nesta sexta-feira (21) | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

 

A recomposição de 18% para as categorias do DF será paga em duas parcelas de 9%, sendo que a primeira passa a valer neste mês e a segunda a partir de janeiro de 2024.

 

“Com isso cumprimos o nosso dever junto às forças de segurança do Distrito Federal, e vai também o agradecimento ao presidente Lula e toda sua equipe de governo pela compreensão da necessidade desse reajuste para recompor, mesmo que em parte, o salário dessa turma que tanto valoriza o Distrito Federal, que cuida da nossa população”, disse Ibaneis Rocha.

 

 

O reajuste não implica aumento de despesa geral, pois as dotações orçamentárias já haviam sido autorizadas ao GDF no âmbito dos limites disponíveis do Fundo Constitucional, criado para custeio da segurança do DF, bem como para assistência financeira para execução de serviços públicos de saúde e educação. O custo estimado para o pagamento do reajuste em 2023 é de R$ 372,2 milhões.

 

“Eu e a vice-governadora Celina Leão encaminhamos toda a documentação elaborada pela Secretaria de Planejamento, que foi um trabalho feito pelo secretário Ney Ferraz, demonstrando a capacidade do Fundo Constitucional de suportar o reajuste. Queríamos o reajuste em uma parcela só, foi esse o pedido que nós encaminhamos, mas houve um acordo entre a categoria e o governo federal, Secretaria de Planejamento e Ministério do Planejamento no sentido de conceder o reajuste em duas parcelas”, lembrou Ibaneis Rocha.