Conheça as Patadas do Diário

O PL de Celina Leão depende de um acordo com Michelle Bolsonaro para se consolidar. A onça de Arniqueira e as entregas de infraestrutura destacam-se como temas cruciais na disputa pelo Senado.

Patadas do Diário

 

Bastidores quentes do Planalto ao Buriti: o que não sai no release oficial, mas todo mundo comenta nos corredores.

 

Aqui no O Diário do Planalto, a gente não maquia — a gente solta a patada direta, com fatos, nomes e sem papas na língua.

 

Política brasiliense é assim: aliança hoje, traição amanhã, e a urna sempre dá a última palavra.

 

Café forte na mão? Então senta que a coluna começa agora.

 

Tabanez quer virar a chave do cadeado da nominata

 

Carlos Tabanez, com seus quase 15 mil votos da última eleição, está crescendo forte no Mobiliza-DF. Nos bastidores, o sonho dele é chegar nos 20 mil e virar a peça que “abre o cadeado” da chapa inteira, puxando mais gente para dentro da Câmara.

 

Se bater essa meta, o trio Tabanez-Raad-Sardinha vira o verdadeiro conselho que manda na legenda.

 

Patada dada, aliança abalada.

 

Mobiliza-DF: a nominata mais “livre” (ou a mais bagunçada?)

 

No Mobiliza cada um apoia quem quiser na majoritária: tem gente de Arruda, tem gente de Celina, tem gente de outros grupos.

 

Democracia total ou falta de freio?

 

Os de dentro juram que é equilíbrio perfeito… até a urna mostrar a real.

 

Nominata redonda? Só até a urna abrir a boca.

 

PL com Celina: apoio só enquanto Michelle der o ok

 

Bia Kicis deixou cristalino: o PL fica com Celina Leão “enquanto for da vontade de Michelle”.

 

Tradução: se a ex-primeira-dama der uma piscada diferente, o apoio some.

 

Amizade política tem prazo de validade — e controle remoto.

 

Michelle manda, Bia fala, Celina sorri… e o resto obedece (por enquanto).

 

 

Chapa pura do PL: só Michelle e Bia no Senado

 

Nada de Arruda, nada de Ibaneis, nada de mistura.

 

O PL quer eleger duas senadoras bolsonaristas e pronto.

 

O Buriti? Depois a gente vê.

 

Nos bastidores do Buriti, o que não é dito no microfone é gritado na urna.

 

A onça de Arniqueira parando o trânsito (literalmente)

 

Telma Rufino estampada em outdoor montada numa onça: criativo, ousado e impossível não olhar duas vezes.

 

A “onça braba” sabe que, na política brasiliense, parar o olhar do eleitor já é metade da vitória.

 

Onça braba no outdoor, voto manso na urna. Quem leva?

 

Celina na área rural: asfalto até a porta da escola

 

Entrega de pavimento em Arapoanga, R$ 1,1 milhão investidos, 800 metros de asfalto para atender 115 alunos.

 

Celina martelando que tratar área rural com dignidade é prioridade.

 

O governo quer mostrar que a zona rural saiu do esquecimento.

 

Agora é ver se o voto rural compra a narrativa.

 

Ego inflado não vota… mas a urna vota no ego alheio.

 

Rollemberg e Cappelli: dupla para voltar ao Buriti?

 

Rodrigo Rollemberg articulando tudo para Ricardo Cappelli ser o nome progressista de 2026.

 

Fotos juntos, elogios constantes, unidade proclamada.

 

A oposição já grita: “é o fantasma de Rollemberg voltando por tabela”.

 

Rejeição alta do passado, articulação afiada do presente.

 

Cappelli fazendo 2014 de Rollemberg?

 

Visitas em cidades-satélites, rodas de conversa, estrutura paralela de comunicação…

 

Tudo idêntico ao estilo Rollemberg em 2014.

 

Críticos batem na tecla: “é PT-PSB 2.0”.

 

Será retorno disfarçado ou continuação da novela?

 

Na política do DF, o coração trai, mas a urna não perdoa.

 

Letícia Sampaio: o recado do bastidor foi direto

 

Influenciadora com alcance nas redes e público fiel, mas ainda sem partido grande.

 

O conselho dos corredores é claro: migra para legenda robusta.

 

Tempo de TV, estrutura e voto de legenda fazem diferença.

 

Se ficar no ninho pequeno, o potencial vira só like.

 

Republicanos: hora de trocar marra por voto?

 

Sugestão direta para a nominata: tirar o nome que tem muita marra mas voto incerto.

 

Colocar Letícia Sampaio e Salve Jorge no lugar.

 

A matemática fria da política não perdoa ego inflado.

 

Patada no ar: se doeu, é porque era verdade.

 

Reginaldo Veras: o esquecido que ninguém quer lembrar

 

Muita simulação ignora o nome.

 

Mas o cara tem base fiel, voto comprovado e histórico de serviço prestado.

 

Quem subestima pode levar susto na urna.

 

O medo de perder mandato custa mais caro que qualquer aliança.

 

Professor Fernando Souza: crescendo no silêncio

 

Discreto, fora do radar, provavelmente na esquerda ou centro-esquerda.

 

Esses nomes que ninguém vê vindo são os que mais surpreendem quando a urna abre.

 

Aqui a fofoca vira fato antes do release oficial.

 

Celina e PRD: muitos cafés com Lucas Kontoyanis

 

Amizade antiga + cafezinhos frequentes = aproximação em curso.

 

Se depender da vice-governadora, o PRD entra na base do governo.

 

Na política brasiliense, bolo e café ainda resolvem muita coisa.

 

Café com político é perigoso: começa com bolo e termina com traição.

 

PP convidando Doutor Paulo e Cristiane Brito

 

Júlio César já mandou o convite oficial para deputado federal.

 

Se rolar insatisfação?

 

“Nada que um bolo e um cafezinho não resolvam.”

 

Clássico brasiliense.

 

Brasília não tem segredo: tem só quem publica primeiro.

 

Dia 28 no calendário: Celina assume e o tabuleiro vira

 

Quando a vice vira governadora interina, alianças se fortalecem… ou se desfazem.

 

Mais espaço para o PL? Mais poder de barganha?

 

O jogo muda de verdade no dia 28.

 

Patada final: quem não aguenta o tranco, que mude de canal.

 

Arruda fora do radar do PL

 

Consenso absoluto dentro do partido: zero espaço para discutir apoio a José Roberto Arruda.

 

Desgaste alto demais.

 

Melhor ficar longe para não contaminar a eleição de Michelle e Bia.

 

Triângulo amoroso que derrubou mandato

 

Deputado se meteu em confusão amorosa.

 

O escândalo explodiu, a crise política veio junto e o mandato foi pro ralo.

 

Moral da história: na política, às vezes o coração bate mais forte que a urna.

 

Voto silencioso x barulho das redes

 

Pensamento do dia: quem só olha like, share e stories perde o principal.

 

O voto que não posta nada, mas aparece quietinho na urna, decide eleição.

 

Redes enganam. Urna não mente.

 

O nome Jorge Vianna assombrando nominatas

 

Tem gente tremendo só de ouvir falar.

 

Um possível Jorge Vianna na jogada assusta chapas inteiras.

 

Será que alguém perde o sono — e a vaga — por causa desse medo?

 

Cleber DF Águas Claras: filiação no ar

 

Influenciador com base forte em Águas Claras decidindo partido.

 

Se escolher bem a legenda, vira peça importante no quebra-cabeça proporcional de 2026.

 

Patada dada, aliança abalada.

 

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