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Cilma da Cruz Galvão, de 51 anos, foi encontrada morta no apartamento onde morava, em Santa Maria, neste domingo (3). Marido é suspeito e fugiu.

Por Afonso Ferreira e Pedro Alves, TV Globo e g1 DF

03/10/2021 21h06  Atualizado há 13 horas

A mulher que foi assassinada a facadas em Santa Maria, no Distrito Federal, era diretora de políticas para mulheres e de combate ao racismo do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário, Prestação e Serviços Terceirizáveis no DF (Sindiserviços-DF).

Cilma da Cruz Galvão, de 51 anos, foi encontrada morta no apartamento onde morava, neste domingo (3). O marido dela é suspeito do crime e não tinha sido localizado até a última atualização desta reportagem. A polícia investiga o caso como feminicídio.

Um perfil no site do sindicato afirma que Cilma era natural de Codó (MA) e ingressou na direção da entidade em 2007. O texto a descreve como uma pessoa “atuante e representativa”.

Crime

O corpo dela foi encontrado pelo próprio filho, no início da tarde. Segundo a Polícia Militar, ele tentou contato com a mãe diversas vezes. Sem receber resposta, foi até a casa de Cilma e arrombou a porta. No apartamento, localizou a mulher já morta.

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado. No entanto, segundo a corporação, quando a equipe foi ao local, a vítima “apresentava rigidez cadavérica e tinha perfurações pelo corpo; sinais incompatíveis com a vida”.

O nome do suspeito não foi divulgado. De acordo com a PM, imagens de câmeras de segurança do condomínio mostram o homem deixando o apartamento por volta de 1h30 deste domingo. O caso está sendo investigado pela 33ª Delegacia de Polícia, em Santa Maria.

Cilma da Cruz Galvão, de 51 anos, foi morta a facadas no DF — Foto: Sindiserviços-DF/Divulgação

Cilma da Cruz Galvão, de 51 anos, foi morta a facadas no DF — Foto: Sindiserviços-DF/Divulgação