Preparando espetáculo para 2022, Via Sacra de Planaltina elege novos gestores

Motociclista morre ao ser atropelado por carro após cair da moto, em Goiânia
27 de setembro de 2021
Covid-19: DF chega a 2,1 milhões de vacinados com primeira dose
27 de setembro de 2021
Exibir tudo

Preparando espetáculo para 2022, Via Sacra de Planaltina elege novos gestores

Preparando espetáculo para 2022, Via Sacra de Planaltina elege novos gestores

Foi eleito coordenador-geral Preto Rezende, que liderou o grupo de 1999 a 2007

Celimar de Meneses

26/09/2021 21:59,atualizado 26/09/2021 22:29

Grupo Via Sacra ao Vivo de Planaltina, organização da sociedade civil responsável pela montagem e realização da tradicional Via Sacra do Morro da Capelinha, elegeu, neste domingo (26/9), um novo conselho de coordenadores. O ator e professor aposentado José Vicente Rezende, conhecido como Preto Rezende, é o novo coordenador-geral do grupo.

Puderam votar os membros da Via Sacra com mais de 16 anos de idade que estejam no grupo há mais de dois anos. A Via Sacra tem 1.400 integrantes, muitos deles atores profissionais, como o próprio coordenador eleito. Preto Rezende já ocupou o posto de líder do grupo entre os anos de 1999 e 2007.

“Fui o primeiro ator profissional do grupo, sou formado pela Faculdade Dulcina de Moraes, na primeira turma, então, tive a honra de estudar com a Dulcina”, gaba-se Preto. O ator passou anos interpretando Judas no espetáculo, até se aposentar em 2019.

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "ELEIÇÃO EXTRAORDINÁRIA COORDENADORGERAL JOSE VICENTE (PRETO REZENDE) VICE- COORDENADOR JOÃO FRANCISCO (JOÃO MACEDO) CHAPA 02 1°TESOUREIRO MILENAAPARECIDA 2° TESOUREIRO ROBERTO ESTEVÃO ELENIR OLIVEIRA 2°SECRETÁRIO JANAYARACRISPIANO CRISPIANO Presidente da Comissão Marcelo Augusto Ramos Matrícula:551 Contato:99213-9363 GRUOS"

O novo coordenador destaca que junto com o conselho de coordenadores foi eleito um conselho fiscal para cuidar dos gastos do espetáculo. O Grupo Via Sacra já foi questionado duas vezes pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por não comprovar gastos.

A encenação recebe recursos da Secretaria de Cultura e teria deixado de explicar o gasto de R$ 43.666,32, em 2018, e de R$ 133.958,13, em 2019. Esta é a segunda vez que o conselho fiscal também é eleito, e não mais indicado pela coordenadoria-geral.

“A gente tem um estatuto e houve mudanças. Agora a gente prevê esse acompanhamento pelo conselho; apareceram os candidatos e eles colocaram os nomes à prova”, explica Preto, que nega que as mudanças nas regras de acompanhamento do conselho fiscal foram motivadas pelas contestações do GDF. “Foi por conta de tudo, é importante fiscalizar, olhar as contas”, afirma.

Questionado se o grupo ainda deve explicações ao Executivo, o novo coordenador diz que não sabe, já que não tomou posse ainda. “Teria que tomar pé das coisas. Tem de haver a transição, a posse acontece na semana que vem. É preciso fazer o levantamento de qual é o andamento e os desdobramentos que vamos fazer”, ponderou.

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Fonte: Metrópoles