Em 48 horas, 240 toneladas de entulho são retiradas das ruas de Planaltina

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Em 48 horas, 240 toneladas de entulho são retiradas das ruas de Planaltina

‘GDF Presente’ limpa áreas de transbordo irregular onde sujeira descartada coloca em risco, inclusive, a saúde de quem a joga

HÉDIO FERREIRA JÚNIOR, DA AGÊNCIA BRASÍLIA | EDIÇÃO: FREDDY CHARLSON

 

Foram necessárias 48 horas para que o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do programa GDF Presente, retirasse 240 toneladas de entulhos e inservíveis de dois transbordos irregulares de Planaltina.

O material – levado para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) – é fruto de um descarte irregular feito pela própria população no bairro Jardim Roriz e às margens da DF-230, rodovia que passa pela região.

 

Foto: Divulgação/GDF Presente

A maior parte do descarte recolhido esta semana em Planaltina é resto de obras e objetos como sofás e colchões | Foto: Divulgação/GDF Presente

 

Ao todo, foram utilizados cinco caminhões basculantes que fizeram três viagens cada um até a unidade do SLU na Cidade Estrutural. O trabalho é recorrente na região, de acordo com o coordenador do Polo Sul do GDF Presente, Ronaldo Alves. Isso porque ainda é frequente o desrespeito de cidadãos, que depositam em lotes abertos e áreas públicas materiais que deveriam ser encaminhados ao papa entulho que tem na cidade.

A maior parte do descarte recolhido esta semana em Planaltina é resto de obras e objetos como sofás e colchões. “Em menor escala encontramos sacos de lixos domésticos que atraem ratos, escorpiões e vetores de doenças dos materiais que acumulam água e acabam virando criadouros de mosquitos da dengue”, alerta Ronaldo.

Administrador regional de Planaltina, Célio Rodrigues lembra que a primeira iniciativa de quem vai fazer uma obra é contratar uma caçamba que garanta o destino legal das sobras – no caso, à URE. Ele reforça a importância do suporte dado pelas equipes do GDF Presente na limpeza e recuperação da cidade, mas afirma que há necessidade de cada um fazer a sua parte para garantir uma vida com mais qualidade.

“Temos um papa entulho que serve para esse fim. Mas se o cidadão não o utiliza como deveria, acabamos tendo a obrigação de recolher todos os meses esses materiais para evitar maiores problemas”, conclui ele.